sábado, 18 de maio de 2013

Perfeita ilusão


Quem sabe um dia tudo vai mudar

As verdadeiras experiências da vida se dão quando estamos passando por extremas limitações. Mas de nada adianta passar por elas sem aprender nada ou mesmo enfrentar tudo o que puder te impossibilitar não deixando que possa influenciar na sua vida de modo que possa te derrubar.                                    Você pode transformar uma ação negativa em poderes pra você se fortalecer. Se todos pensassem assim o mundo se tornaria um perfeito centro de convivência. Mas estamos aqui para apenas viver felizes e fazendo com que a nossas vidas se tornem  menos piores. Por outro lado se tudo fosse acontecer de maneira correta e regrada a vida se tornaria monótona e sem graça. Estamos  conflito com nossa propria existência, pois diferenciamos nossas vidas com a vida se outros, impossibilitando a chamada "amizade" uns pelos outros.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Valeu, Amigo!

Eu ouvi palavras ditas com carinho
De que na vida ninguém é feliz sozinho
E você é um alguém que sempre me fez bem
Me protegeu e me tirou de todo perigo
E quando eu precisei você chorou comigo
Valeu por você existir, é tão bom te ter aqui
Eu rezo e peço pra Deus cuidar
A sua vida abençoar
Vou correr com você até o fim
Me quis tirar do mal, eu percebi
Disse verdades que eu mereci
Então pra sempre amigos, sim
Se Deus quiser
Vou ter você guardado no meu coração
Até nos seus conselhos de irmão
E é pra você que eu dedico essa canção
Eu rezo e peço pra Deus cuidar, cuidar
A sua vida abençoar, abençoar
Vou correr com você até o fim
Assim eu sei que pra você também
Sou alguém que te faz tão bem
Mais que amigo e irmão meu, valeu
Eu rezo e peço pra Deus cuidar, cuidar
A sua vida abençoar, abençoar
Vou correr com você até o fim
Assim eu sei que pra você também
Sou alguém que te faz tão bem
Mais que amigo e irmão meu, valeu
Quando todos se forem, eu vou estar lá com você, amigos até depois do fim!
Valeu amigo.


Retirado de: http://letras.terra.com.br/mc-pikeno-menor/1752028/

terça-feira, 26 de julho de 2011

AMY WINEHOUSE: VICIADA EM MUSICA OU EM DROGAS?

A cantora Amy Winehouse  sem duvida era a mais brilhante cantora de Jazz dos últimos tempos. Mas também levava a vida de extrema decadência. Viciada em álcool e em drogas a musica "Rehab" nos dá uma ideia de como a cantora levava sua vida pro buraco. Vencedora de 5 Grammy's a cantora ficou conhecida como  a melhor cantora de seu estilo musical. Amy foi presa varias vezes por possuir drogas. E entre as clínicas de reabilitações e sua Tourne  ela não conseguia conciliar seus show's com a sua recuperação. Assim não conseguiu terminar o seu ultimo álbum que estava prestes a ser lançado, mais que não foi concluído pela cantora por problemas técnicos e pessoais. A minha opinião é que se Amy tivesse dedicado apenas em se recuperar  se eternando em uma clínica e desse um tempo na carreira com certeza iria voltar mais forte e com todo gás para lançar seu novo álbum e continuaria sua carreira brilhante.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Um sorriso

é a verdade é que a vida e feita de altos e baixos e é também ai que devemos saber controlar a emoção e sorrir para o problema. Não deixe que algo lhe impeça de continuar sempre sorrindo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Meus contos de horror...


Maria Angula
(Conto de tradição oral equatoriana, contribuição de Inês Zennaro à O. T., professora em Itu)
Maria Angula era uma menina alegre e viva, filha de um fazendeiro de Cayambe. Era louca por uma fofoca e vivia fazendo intriga com os amigos para jogá-los uns contra os outros. Por isso, tinha fama de leva-e-traz, linguaruda e era chamada de moleca fofoqueira.
Assim viveu Maria Angula até os dezesseis anos, dedicada a armar confusão entre os vizinhos, sem ter tempo para aprender a cuidar da casa e a preparar pratos saborosos.
Quando Maria Angula se casou, começaram os seus problemas. No primeiro dia, o marido pediu-lhe que fizesse uma sopa de pão com miúdos, mas ela não tinha a menor idéia de como prepará-la.
Queimando as mãos com uma mecha embebida em gordura, acendeu o carvão e levou ao fogo um caldeirão com água, sal e colorau, mas não conseguiu sair disso: não fazia idéia de como continuar.
Maria lembrou-se, então, de que na casa vizinha morava Dona Mercedes, cozinheira de mão cheia e, sem pensar duas vezes, correu para lá:
- Minha cara vizinha, por acaso a senhora sabe fazer sopa de pão de miúdos?
- Claro, Dona Maria. É assim: primeiro, coloca-se o pão de molho em uma xícara de leite, depois despeja-se este pão no caldo e, antes que ferva, acrescentam-se os miúdos.
- Só isso?
- Só, vizinha.
- Ah – disse Maria Angula – mas isso eu já sabia! – e voou para a sua cozinha a fim de não esquecer a receita.
No dia seguinte, como o marido lhe pediu que fizesse um ensopado de batatas com toicinho, a história se repetiu.
- Dona Mercedes, a senhora sabe como se faz o ensopado de batatas com toicinho?
E, como da outra vez, tão logo a sua boa amiga lhe deu todas as explicações, Maria Angula exclamou:
- Ah É só? Mas isso eu já sabia! – e correu imediatamente para casa, a fim de prepará-lo.
Como isso acontecia todas as manhãs, Dona Mercedes acabou se enfezando. Maria Angula vinha sempre com a mesma história: “Ah, é assim que se faz arroz com carneiro? Mas isso eu já sabia!! Ah, é assim que se prepara a dobradinha? Mas isso eu já sabia!!”. Por isso, a mulher decidiu dar-lhe uma lição e, no dia seguinte:
- Dona Mercedinha!
- O que deseja, Dona Maria?
- Nada, querida, só que o meu marido quer comer no jantar um caldo de tripas e bucho e eu…
- Ah, mas isso é fácil demais! – disse Dona Mercedes. E antes que Maria Angula a interrompesse, continuou:
- Veja, vá ao cemitério levando um facão bem afiado. Depois, espere chegar o último defunto do dia e, sem que ninguém a veja, retire as tripas e o estômago dele. Ao chegar, lave-os muito bem e cozinhe-os com água, sal e cebolas. Depois de ferver por uns dez minutos, acrescente alguns grãos de amendoim e está pronto. É o prato mais saboroso que existe.
- Ah! – disse, como sempre, Maria Angula – É só? Mas isso eu já sabia!
E, num piscar de olhos, estava ela no cemitério, esperando pela chegada do defunto mais fresquinho. Quando já não havia mais ninguém por perto, dirigiu-se, em silêncio, à tumba escolhida. Tirou a terra que cobria o caixão, levantou a tampa e… Ali estava o pavoroso semblante do defunto! Teve ímpetos de fugir, mas o próprio medo a deteve ali. Tremendo dos pés à cabeça, pegou o facão e cravou-o uma, duas, três vezes na barriga do finado e, com desespero, arrancou-lhe as tripas e o estômago. Então, voltou correndo para casa. Logo que conseguiu recuperar a calma, preparou o jantar macabro que, sem saber, o marido comeu, lambendo os beiços.
Nessa mesma noite, enquanto Maria Angula e o marido dormiam, escutaram-se uns gemidos nas redondezas. Ela acordou sobressaltada. O vento zumbia misteriosamente nas janelas, sacudindo-as e, de fora, vinham uns ruídos estranhos, de meter medo a qualquer um.
De súbito, Maria Angula começou a ouvir um rangido nas escadas. Eram os passos de alguém que subia em direção ao seu quarto, com um andar dificultoso e retumbante, e que se deteve diante da porta. Fez-se um minuto de eterno silêncio e, logo depois, Maria Angula viu o resplendor fosforescente de um fantasma. Um grito surdo e prolongado paralisou-a:
- Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago que você roubou da minha santa sepultura!
Maria Angula sentou-se na cama horrorizada e, com os olhos esbugalhados de tanto medo, viu a porta se abrir, empurrada, lentamente, por essa figura luminosa e descarnada.
A mulher perdeu a fala. Ali, diante dela, estava o defunto, que avançava mostrando-lhe o semblante rígido e o ventre esvaziado.
- Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago que você roubou da minha santa sepultura!
Aterrorizada, escondeu-se debaixo das cobertas para não vê-lo, mas imediatamente sentiu umas mãos frias e ossudas puxarem-na pelas pernas e arrastarem-na, gritando:
- Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago que você roubou da minha santa sepultura!
Quando Manuel acordou, não encontrou mais a esposa. Muito embora tenha procurado por ela em toda parte, jamais soube do seu paradeiro.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Quando chega a noite

Quando a noite chega, começa uma nova etapa da vida... Cansado, depois de varias horas de trabalho chego em casa, tomo um bom banho que alivia as tenções. Deito no sofá afim de ver tv, a comida quase quente e mais um pouco pronta me satisfaz fisicamente. Continuo vendo tv e aos poucos vou adormecendo. Antes  de amanhecer acordo  e continuo a vida acordado.